A demanda por ativos digitais no Brasil atingiu US$ 14,68 bilhões no primeiro semestre, com as stablecoins representando mais de 90% desse total.
Em junho, o volume de compra de criptoativos no Brasil foi de 2,54 bilhões de dólares, superior aos 1,48 bilhões de dólares de junho de 2025; em maio, o volume de compra de stablecoins chegou a quase 2,632 bilhões de dólares, um crescimento de 158% em relação a maio de 2025. De acordo com Fernando Rocha, chefe do departamento de estatísticas do Banco Central do Brasil, o mercado brasileiro de criptoativos já superou a fase inicial, está em expansão e explorando novos cenários de aplicação.
Fernando Rocha destacou que stablecoins atreladas ao dólar têm impulsionado o aumento da demanda, representando atualmente mais de 90% do volume, sendo utilizadas tanto para pagamentos quanto para liquidações internacionais. O Banco Central do Brasil incluiu os VASP na Classe 3 e, a partir de janeiro de 2027, as instituições relacionadas deverão cumprir os mesmos requisitos aplicados a corretoras de valores mobiliários, distribuidoras de valores mobiliários e corretoras de câmbio.
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