NZD/USD permanece hesitante em torno de 0,5800 após o Irã rejeitar oferta de cessar-fogo dos EUA
NZD/USD mantém estabilidade em meio a tensões no Oriente Médio
NZD/USD está sendo negociado próximo ao nível de 0.5800 durante a sessão asiática de quinta-feira, enquanto o Dólar Neozelandês enfrenta pressão de baixa. Isso ocorre após o Irã rejeitar uma proposta de cessar-fogo e um plano de paz de 15 pontos apresentado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aumentando as preocupações sobre a instabilidade contínua no Oriente Médio.
Segundo a agência de notícias Fars do Irã, Teerã atualmente considera negociações e uma trégua inviáveis. O Wall Street Journal (WSJ) informou ainda que o Irã insiste que suas demandas principais sejam atendidas antes de iniciar negociações diretas com os Estados Unidos. Essas demandas incluem o fechamento de todas as bases militares americanas no Golfo, compensações por ataques, remoção das sanções, desenvolvimento irrestrito de seu programa de mísseis e reconhecimento do controle iraniano sobre o Estreito de Hormuz.
A crescente incerteza quanto ao futuro do conflito no Oriente Médio levou investidores a buscar ativos mais seguros, como o Dólar Americano. O US Dollar Index (DXY), que mede o dólar em relação a seis moedas principais, permanece forte em torno de 99,65, mantendo os ganhos de quarta-feira.
Além dos riscos geopolíticos, as expectativas de que o Federal Reserve manterá sua política monetária atual sem flexibilização este ano também estão sustentando o Dólar Americano.
Perspectiva da política monetária da Nova Zelândia
Enquanto isso, o banco central da Nova Zelândia continua alertando sobre a inflação persistente e mantém flexibilidade em relação às futuras decisões de política. A governadora do Reserve Bank of New Zealand, Anna Breman, comentou no início desta semana que o banco é cauteloso ao responder rapidamente às pressões inflacionárias, mas também está atento para não esperar demais caso a inflação se mostre mais duradoura, de acordo com a Reuters. Ela enfatizou que tanto aumentos quanto cortes de taxas permanecem possíveis diante do cenário global incerto.
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